Conheça 30 grandes lojas e marcas que não existem mais ou faliram

Conheça a história e nome de lojas que não existem mais. Algumas marcas não existem por motivos de fusão, outras por falência e algumas sumiram com o tempo.

Depois de escrever nosso artigo sobre a história do e-commerce, a equipe do Promoo, decidiu buscar informações sobre algumas grandes lojas que já forma sucesso e hoje não existem mais.

A lista é extensa, são mais de 30 lojas, algumas foram gigantes no seus setores. Já outras marcaram época, mas hoje, ficaram apenas na memória de quem as freqüentaram.

Conhecer um pouco sobre essas marcas antigas, é fazer um passeio pelo varejo brasileiro.

Os motivos que levaram essas lojas a não existir, são diversos, desde  histórias de sucessos e fracasso, administrações duvidosas, bem como, a roda gigante de nossa economia.

A história de grandes lojas e redes varejistas que fecharam as portas

Mappin: surgida em 1913, nenhuma loja encarnou tão bem o espírito de uma cidade como o Mappin. Para consumidores saudosistas, a rede representava o orgulho de São Paulo.

A rede foi uma das mais tradicionais lojas de departamentos do país, apesar de poucas filiais. Em suas lojas, clientes encontravam desde roupas, calçados e acessórios, aos últimos lançamentos em eletrônicos, eletrodomésticos, brinquedos e móveis.

Uma de suas mais tradicionais promoções, era a Liquidação Mappin, inclusive o slogam dessa promoção ainda está na memória dos freqüentadores da época “Mappin, venha correndo, Mappin, chegou a hora Mappin, é a liquidação“.

Depois de diversos erros de administração e mudança de donos, a rede fechou em 1999, deixando saudade e milhões de consumidores.

Em 2010, a empresa voltou a ser notícia, quando a rede de lojas Marabraz, adquiriu a marca Mappin, avaliada em R$ 12 milhões. O objetivo era relançar a marca no mercado, mas até o fechamento dessa edição, nada se concretizou.

Lojas Insinuante, Eletroshoping, City Lar e Salfer: Até o início de 2016, essas três redes, eram fortes e tradicionais nas regiões em que atuavam. Após a criação deo Grupo Máquina de Vendas, liderada pela Ricardo Eletro, as marcas de lojas Insinuante, Eletro Shopping, Salfer e City Lar, deixaram de existir. Todas as lojas do grupo passaram e usar uma única bandeira, a Ricardo Eletro.

Para conhecer a história de cada marca e o processo dessa fusão, o Promoo, alaborou um artigo na época, clique aqui e confira.

Mesbla: Fundada em 2012 na cidade do Rio de Janeiro, a Mesbla, marcou uma época no varejo brasileiro.  No auge da marca, contou com mais de 180 filiais distribuídas pelo país. A rede de loja de departamento, também ditava tendências de moda, com suas coleções de roupas, calçados e acessórios.

Após diversos erros estratégicos de sua administração, a rede passou por dificuldades financeiras no final da década de 1980, chegando seu fim em 1999, após ser adquirida juntamente com o Mappin, pelo empresário Ricardo Mansur.

Magazine Pelicano: Referência para consumidores das décadas de 1970 e 80, quando o assunto era moda popular. Fundado em 1971, o Magazine Pelicano foi pioneiro no comércio varejista de bancas de mercadorias. Hoje esse mercado tem como referência empresas como o Magazine Torra Torra e Lojas Eskala.

O Magazine Pelicano fez tanto sucesso no varejo de roupas, que no auge da marca, chegou a contar com mais de 150 lojas. A história da marca terminou em 2008, com o seu fechamento.

Pakalolo: Entre os anos de 1980 e 90, a moda jovem tinha nome. Tratava-se da Pakalolo, que apostava em um estilo de roupas modernas que traduziam os sentimentos de crianças e adolescentes da época. A rede deixou o mercado definitivamente em 2009.

Arapuã: Uma das maiores lojas de eletrodomésticos do país em sua época, a Arapuã, dominava um mercado frente a gigantes como Casas Bahia, Ponto Frio e Americanas.

Sua história começou no interior de São Paulo no ano de 1957, mas o auge da marca foi entre os anos de 1980 e 1990. Aliás, a década de 90, a rede marcou seu maior faturamento, deixando todos os concorrentes para trás. Porém, uma somatória de erros administrativos e crises financeiras pelo qual o país passava, as Lojas Arapuã, não resistiu, dando início ao fechamento de todas as suas mais de 220 lojas a partir de 1998.

Lojas e empresas brasileiras que faliram e não existem mais

As marcas e lojas a seguir, também fizeram parte da história do varejo brasileiro, e serão citadas com mais detalhe em outros artigos:

Sé Supermercado,

Paes Mendonças,

Tamakavi,

Buri,

Lojas Brasileira,

G. Aronson,

Lojas Ultralar,

A Modelar,

Romelsa,

Domus,

Casa Garson,

Lojas do Baú.

 

Lojas Arno,

Wanel,

Manlec,

Lojas Muricy,

Lojas Sears,

Ducal,

Kolumbus

Móveis,

Lojas Disapel,

Lojas Babuche

Lojas Maia,

Lojas Base,

Kilar

Madol.

 

Algumas marcas não existem por motivos de fusão, outras por falência e algumas sumiram com o tempo.

Para o futuro, especialistas do mercado apontam que, algumas marcas deixarão de existir. Parte dessas mudanças está relacionada à crescente adesão dos consumidores ás compras online.

As compras online também mudaram o comportamento de compras do consumidor. Antes fidelizava  suas compras a um número restrito de marcas ou lojas, já hoje, essa relação é mais volátil. Já a experiência de compras, fica reduzida ao consumo simples, sem a vivência de entrar em uma loja, testar um produto e ser convencido pelo vendedor, que aqueles itens são imprescindíveis.

Por: Davi de Sant Anna 177 Artigos Contato
Formado em psicologia, e pós-graduando pela COGEAE - PUC-SP. Trabalhou por 18 anos no SENAC São Paulo, nas áreas de administração, e na coordenação de pós-graduação em gestão, turismo e gastronomia.Escreve sobre comportamento, educação e estilo de vida.